Vox Populi: se eleição fosse hoje Dilma venceria

Pesquisa Vox Populi divulgada nesta terça-feira, 18/8, pela TV Bandeirantes aponta vantagem ainda maior da candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, em relação ao seu adversário José Serra (PSDB).
Segundo o levantamento, Dilma ganharia a eleição já no primeiro turno. Nossa candidata está 16 pontos a frente de Serra com 45% das intenções de voto, enquanto o tucano tem 29%.
Em relação à pesquisa Vox Populi divulgada em julho, Dilma subiu quatro pontos percentuais, enquanto Serra caiu quatro pontos. A candidata Marina Silva (PV) manteve, em agosto, os 8% da preferência do eleitorado de julho.
A pesquisa Vox Populi confirma a tendência já apontada pelo Instituto Ibope que Dilma Rousseff poderia ganhar a eleição no primeiro turno.

Fonte: Galera da Dilma

Dilma tem 22 pontos à frente entre eleitorado jovem


A Juventude está, cada vez mais, ao lado de Dilma Rousseff. É o que mostra a mais recente pesquisa Ibope, divulgada nesta segunda-feira, 16/8. “A candidata do PT apresenta crescimento expressivo entre eleitores jovens”, atesta a pesquisa, realizada com 2,5 mil entrevistados em 174 cidades de todas as regiões do País, a pedido da TV Globo e do jornal O Estado de S.Paulo, entre 12 e 15 de agosto.
Na pesquisa espontânea, na qual os nomes dos candidatos não são citados pelos entrevistadores, Dilma (34%) está 19 pontos à frente do demotucano (15%), entre eleitores de 25 a 29 anos. Na faixa etária dos 16 aos 24 anos, a diferença é de 18 pontos. Nossa candidata - a candidata da Juventude - têm 32% das intenções de votos.
O Ibope aponta que, na pesquisa estimulada, na qual os nomes dos candidatos são citados, Dilma (46%) está 18 pontos à frente do Zé Pedágio (28%), entre eleitores de 25 a 29 anos. Já entre os eleitores dos 16 aos 24 anos, a vantagem de Dilma é menor, porém não menos significativa: 13 pontos percentuais.
Segundo turno - Em um possível segundo turno, a surra seria ainda maior: 22 pontos de vantagem para Dilma (55%), entre eleitores de 25 a 29 anos. Nos jovens de 16 a 24 anos, a diferença a favor da candidata (52%) seria de 12 pontos.
Expectativa de vitória - Quando questionados sobre quem, independente de quem eles votariam, vai ganhar a eleição, outro grande resultado para Dilma: 26 pontos de vantagem! Nada menos que 55% dos jovens entre 25 e 29 anos apontam Dilma como sendo a vencedora. Entre os eleitores dos 16 aos 24 anos, Dilma abre 24 pontos, ficando com 53% das intenções de voto.
Seja qual for a leitura dos dados, todos apontam para a mesma coisa: a Juventude já escolheu sua candidata, quer ver o Brasil seguir mudando, vai seguir com Dilma, com nossa força e com nosso amor. Até a vitória!

Primeiro web debate

Nesta quarta-feira, 18/8, nossa candidata Dilma Rousseff participa do web debate promovido pelo jornal Folha de S.Paulo e o portal UOL. O evento começa às 10h30, no Tuca, teatro da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), e será transmitido ao vivo pelo portal.

Galera, a web é nosso território! Já mandamos muito bem na cobertura colaborativa do primeiro debate na TV. Agora vamos fazer o mesmo, e até melhor, na internet.
Então o combinado é o seguinte: nos encontramos via twitter e vamos registrar em 140 caracteres todas as nossas impressões sobre o debate, afinal de contas quem disse que política precisa ser uma coisa chata? E você que é blogueiro como nós, faça um registro em texto, foto, caricatura, etc. O importante é debater e repercutir as propostas da nossa candidata.
Regras do debate - O debate Folha/UOL terá duas horas de duração, divididas em seis blocos. Nos três primeiros blocos, os candidatos farão perguntas entre si.
No primeiro bloco, Marina começa perguntando, seguida de Dilma e depois Serra. No segundo bloco, a ordem de perguntas será Serra, Dilma e Marina. No terceiro, Dilma abre, e na sequência Marina e Serra perguntam.
O quarto e quinto blocos serão dedicados às perguntas enviadas em vídeo pelos internautas. Ao todo, foram selecionadas 12 perguntas.
No último bloco os candidatos responderão a perguntas dos jornalistas Josias de Souza (Serra), Renata Lo Prete (Marina), editora da coluna Painel da Folha, e de Rodrigo Flores (Dilma), gerente-geral de notícias do UOL, respectivamente. Cada candidato terá dois minutos para responder. Em seguida, Dilma, Serra e Marina, nesta ordem, terão três minutos cada para as considerações finais.


Fonte: Galera da Dil  - com informações do UOL

Dilma: Prefiro críticas que o silêncio da ditadura

“Tenho um conceito que é de vivencia. E há outros de compromissos éticos e morais que se tem de ter com a democracia. Eu prefiro um milhão de vezes o som de vozes críticas, de críticas duras, que muitas vezes gostam de ferir, do que o silêncio dos calabouços da ditadura que teve nesse país”, afirmou nossa candidata à presidência Dilma Rousseff.

A afirmação foi feita nesta quinta-feira, 19/8, durante o 8º Congresso Brasileiro de Jornais, promovido pela Associação Nacional dos Jornais (ANJ), no Rio de Janeiro, e defendeu a liberdade de expressão.
A petista também assinou o compromisso com a Declaração de Chapultepec, uma carta de princípios que defende “uma imprensa livre como uma condição fundamental para que as sociedades resolvam os seus conflitos, promovam o bem-estar e protejam a sua liberdade”.

“Não há pessoas nem sociedades livres sem liberdade de expressão e de imprensa. O exercício dessa não é uma concessão das autoridades, é um direito inalienável do povo”, reforçou.

Dilma argumentou que ao lado das conquistas sociais e econômicas de um país, um dos critérios para que ele seja considerado uma nação desenvolvida é ter democracia plena, com liberdade de imprensa e de expressão. Segundo ela, essa é uma diferença crucial entre o Brasil e outras economias em desenvolvimento.
Sem medo dos movimentos sociais - Mais cedo, o candidato da oposição participou do mesmo evento e demonstrou que está fora de sintonia com os movimentos sociais ao criticar as conferências nacionais realizadas durante o governo Lula. Serra disse que elas não representam a sociedade.
Ao ser questionada sobre as declarações, Dilma lamentou e disse que o governo Lula “não tem medo de dialogar com os movimentos sociais e conviver com opiniões divergentes”.

Fonte: Galera da Dilma

Brasil mantém recorde de empregos gerados

“Nunca antes na história desse país houve tanto emprego formal". Assim diria se o anúncio fosse feito pelo presidente Lula. Brincadeiras a parte, essa excelente notícia foi divulgada nesta quinta-feira, 19/8, pelo Ministério do Trabalho.
O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de julho, mostra que o Brasil continua com as taxas de emprego lá em cima.
No mês passado foram gerados 181.796 novos postos de emprego com carteira assinada. O resultado do Caged mostra que o país chega à marca de 14.178.749 brasileiros com emprego formal em atividade no país.

"O parque industrial do Brasil continua crescendo, aumentando assim a capacidade de produção; o consumo está se mantendo em alta; temos impulsos por conta de investimentos do governo e da iniciativa privada. Por tudo isso, estimo novos recordes para os meses de agosto, setembro, outubro e novembro", diz otimista o Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.

O ministro também ressalta que em 12 meses o resultado é inédito. O saldo no período é de 2.212.318 de novos postos e ainda poderá crescer mais.
Futuro ainda melhor - A candidata à presidência, Dilma Rousseff, pretende aumentar ainda mais a criação de postos de trabalho no Brasil. Em seu possível futuro governo, a formalização de empresários individuais e o reforço do crédito para micro e pequenas empresas vão continuar impulsionando a geração de emprego.

“Terei uma política dirigida para esse setor que mais cria emprego, que é o setor de micro, pequenas e médias empresas. Essa é uma questão fundamental”, explica Dilma.

Mercado - Quem pretende entrar para a graduação ou cursos técnicos pode ter uma idéia do avanço no mercado de trabalho por setor.
O setor de serviços está em alta e inclusive contribuiu para os resultados da última pesquisa. Essa área lidera a geração de empregos, com a criação de 61.606 novas vagas.
Houve mais geração de emprego no comércio, serviços de administração de imóveis, médicos e odontológicos, o equivalente a mais de 39 mil novos empregos.
Empresas de transporte, comunicação e instituições financeiras também contribuíram para o avanço no saldo das novas vagas.
Já no setor de Indústria de Transformação, houve 41.530 postos de trabalho abertos. Em especial, industriais metalúrgicas, de calçados, produtos alimentícios e têxtil.

Fonte: Galera da Dilma